Porque estar fora do e-commerce é estar fora do mercado em 2021

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O mercado de varejo é um dos maiores e mais poderosos do país. Só em 2019, o setor faturou em torno de 75 bilhões de reais. Já o E-commerce, só no período de janeiro a agosto do ano passado, faturou R$41,92 bilhões, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm)

O e-commerce deixa de ser uma oportunidade depois do primeiro ano de pandemia se torna a janela principal de vendas para empresas e comércios que querem expandir durante a fase do “novo normal’, pois, como sabemos, as compras online tiveram uma explosão durante a pandemia. Empresas que até 2019 ainda resistiam em marcar sua presença na internet se viram diante da urgência de aprender como vender e anunciar online em poucas semanas.

O quadro que se desenhava em abril de 2020 era de normalização dos negócios à partir de dezembro do mesmo ano, porém como se verificou no transcorrer dos meses, essa previsão foi por água abaixo. Comércios e empresas que planejavam uma migração pontual para o e-commerce já perceberam durante o mês de dezembro que teriam que investir mais pesado em e-commerce se quisessem sobreviver e expandir durante esse ano de 2021.

Estamos quase no meio do ano e não apenas o Brasil, mas todos os países ainda lidam com as dificuldades impostas pela pandemia e patinam entre períodos de reabertura e fechamento a depender do agravamento da situação em cada país.

Entretanto, para aqueles que já vinham cultivando a presença de seus negócios na internet se viram diante de um crescimento nunca antes visto. Empresas como Amazon e outras techs de comercio online viram um boom nas vendas e no crescimento de lucros.

Fincar a bandeira da sua marca no e-commerce é uma questão de sobrevivência e estar fora do e-commerce em 2021 é estar fora do mercado.

Tendências no setor Business to Consumer (B2C)

Transformação tecnológica

A tecnologia pode e deve ser usada para apoiar todo o ecossistema do varejo: desde a estruturação e navegabilidade do site, pensando na experiência do usuário; no controle do estoque, na diminuição das burocracias e na facilidade da jornada de compra; na integração de todos os processos, na logística das entregas, nos canais de comunicação, como chatbots.

Todos esses serviços envolvem a inteligência da tecnologia. Por isso as grandes marcas têm investido em empresas de TI, que possam oferecer essas soluções a curto prazo, otimizando e facilitando seus processos e aumentando suas vendas.

Pesquisa por voz

Cada vez mais casas estão equipadas com assistentes de voz como Alexa (Amazon), Google Home ou Siri (Apple). Esses alto-falantes conectados se tornaram verdadeiras ferramentas para compras online. 30% dos proprietários de alto-falantes inteligentes o usaram para fazer uma compra, seja para fazer um pedido ou pesquisar o produto, entrega, etc.

O assistente de voz da Amazon é mais adequado para oferecer a compra de produtos, mas marcas que não estão no mercado também podem se beneficiar das oportunidades que a pesquisa por voz oferece. Para isso, basta se posicionar nas consultas de voz (por exemplo: Qual é o melhor restaurante japonês de Curitiba?) Para aparecer nos resultados de pesquisa do usuário.

Social Selling

O social selling no B2C é vender diretamente nas redes sociais graças à funcionalidade de identificação e à loja integrada às redes sociais. Oferecer a compra nas redes sociais também significa apoiar as decisões do usuário, encurtando o funil de compra.

Para sua atualização mais recente, o Instagram moveu a guia “carrinho” para o local anteriormente dedicado à postagem de uma foto. Podemos ver claramente a evolução dos objetivos de marketing.

Comércio eletrônico ético e de segunda mão: vamos apoiar os pequenos comerciantes

O comércio eletrônico de segunda mão é impulsionado principalmente pela Geração Z (1997 – 2010), que deseja estar mais atenta ao seu impacto ambiental. A ética e a ecologia estão no centro de suas preocupações e incentiva, em particular, o boicote a marcas que não compartilham desses mesmos valores.

Para responder a essa nova forma de consumo, algumas marcas estão revendo seu posicionamento de marketing e repensando suas campanhas. A famosa Black Friday está sendo convertida em Green Friday para integrar essa dimensão ética e ecológica, enquanto perpetua a tradição. Nem todas as marcas podem se dar ao luxo de perder esses grandes descontos (ainda menos em tempos de crise) e, portanto, estão optando por uma campanha mais verde, que aumenta a consciência sobre o aquecimento global, por exemplo.

Sites e aplicativos de venda para esses nichos de consumo, como o Enjoei, viram suas vendas aumentarem exponencialmente durante a crise sanitária, atraindo para suas plataformas os bons e tradicionais brechós que nunca imaginaram uma migração para o e-commerce tão rápida.

As tendências acima apontam para o óbvio: não existe mercado fora do e-commerce, pelo menos até o fim de 2021. E um investimento certo e seguro para esse cenário é o marketing digital, apostar na presença online é apostar no sucesso durante esse ano, em que as pessoas ainda estarão muito tempo mais dentro de casa do que nas ruas.

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